As vezes eu fico me perguntando nestes vindos de 2014 sobre a copa do mundo, deste 2013, racismo, desvalorização de tudo aquilo que é nativo. Pensando em FIFA, trabalho escravo entre outras coisas, não posso me esquecer da grande obra pró racismo de Monteiro Lobato, eternizado no saci pererê, um personagens cheio de problemas, travessuras e confusões, aliado a bruxaria, ou seja, um ser travesso. Indigno de qualquer modo de organização seja ela de direita ou muito menos revolucionária. Dentro das minhas lembranças eu me pergunto sobre os discursos ufanistas de que o Brasil era um país tranquilo, sem guerras mágoas. Quantas vezes acreditei, não lembro. Lembro dos tambores de sete de setembro em Palmares, do dia de Santa Luzia e da festa da padroeira, Nossa Senhora da Conceição. Quase que sinto o puxar e repuxar da maçã do amor, do temor dos fogos de artificio, da altura da roda gigante, do medo do escuro. Mas volto para o futuro 2014, da possibilidade de vitória e...