Durante séculos a história dos trabalhadores da Zona da Mata Pernambucana permaneceu em silêncio, cabe às pessoas que se identificam com a causa operária e aos próprios operários escrever sobre isto. Faz-se cada vez mais necessário que os meios de perpetuar a memória coletiva sejam realizados coletivamente. Eu penso que as redes sociais de um modo geral configuram-se como um novo layout onde este memória além de ser escrita, pode ser difundida com muita rapidez e amplitude, antes nunca imaginadas. Vamos trabalhar para que estas histórias não se percam no vazio do esquecimento. Para que as gerações futuras não nos vejam como pedras a esperar por um raio de sol a lhe esquentar. Somos uma geração de muitas lutas, de micro ideologias. Quem não nos conhece, nos julgará mal. Mas seremos nós que produziremos as fontes e as lacunas sobre nossa história, nosso tempo tão amado e ao mesmo tempo tão duro de viver e sobreviver. Que os esquecidos do tempo presente, os agentes de limp...