No nosso
querido Brasil a memória é algo quase externo ao ser humano, como
computares, papel etc. Talvez o motivo se encontre em nosso
preconceito contra as culturas agrafas que tem seu ponto forte na
memória oral. Pois bem, segundo Le Goff, existem muitas formas de se
assenhorar da memória coletiva e, os meios de comunicação de massa
são uma boa forma de fazer isso.
No
entanto, graças à tecnologia da informação, as pessoas estão
criando um tipo de mosaico individual que visto de forma mais ampla
formam um tipo de democracia virtual. A cada instante pessoas se
manifestam sobre todo tipo de assunto, inclusive político.
As
pessoas cada vez mais estão se manifestando. Certa vez liguei uma
das rádios locais e um certo homem público falava dos inimigos do
facebook, naquele instante fiquei surpreso e radiante com aquele
evento, uma vez que os meios de comunicação tradicionais não abrem
espaço, graças à sua grade engessada pela necessidade de lucro, a
discussões que possam transformar a sociedade de modo mais profundo,
para não usar o termo revolução.
Se alguma coisa sair na internet então ela existe, se não não sair é uma mentira. Até parece um dogma religioso.
Sei que
ainda estamos muito longe de uma democracia real, mas já é um
começo. Mas, mesmo assim a memória saiu do corpo e se tornou um
anexo pouco acessado por todos nós.

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