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Mostrando postagens de 2017

Por uma dialética inclusiva

Imagem feita a partir da emergência obstétrica do Hospital Regional Palmares.  Uma imagem linda, realidade difícil para muitos que necessitam do serviço de saúde pública.  Quem nunca passou o dia inteiro com uma ficha na mão para ser atendido (a) ?  Quem precisou de exames e escuta: faz mais de um ano que a máquina está quebrada?  Quem nunca se perguntou: se fosse um rico nesta situação?  Quem nunca disse para quem está sofrendo: é assim mesmo?  As coisas precisam melhorar em todos os aspectos, porém saúde é essencial. Não pode haver acordo com saúde. Não se pode barganhar com saúde. Os órgãos tem que investigar a respeito.  Não se pode tratar o estado como se fosse privado, não se pode oferecer direitos como se se fossem favores.  Para mim só o poder popular pode mudar isso, uma vez que só os usuários do sistema público podem dizer se está bom ou não. Porém, há quem diga que isto é uma ditadura. Pergu...

Protestos contra as reformas: o não-dito

Palmares, Pernambuco. Protesto contra as reformas. Foto: Alexandre Silva Em primeiro lugar quando falamos em reforma, imediatamente alguém pode pensar em melhorar o que se tem, superar as falhas. Ou seja, a grosso modo toda reforma deveria ser para melhor. No entanto esta reforma é um atraso. Por quê? Por que retira direitos, torna a classe operária a mercê das negociações locais, terceiriza a mão de obra e, coloca nas mãos do trabalhador uma dívida que não é sua. E, ainda por cima, impede que alguém alcance 100% de sua aposentadoria. Ao mesmo tempo que mantém os privilégios da classe dominante. Se, de fato, o povo soubesse das consequências destas reformas, o Brasil seria outro. Todos iriam para a rua protestar, se posicionar, defender o mínimo de condições de vida e de dignidade. O não-dito   Não vejo a mídia nativa cobrir qualquer greve a partir do grevista. Eu fico imaginando se os grevistas não sabem falar, não possuem um ponto de vista da situação. E...