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Mostrando postagens de 2014

Mino Carta: "Serei eu um bolivariano?"

JOSÉ RODRIGUES, PRESIDENTE DA COM. APURADORA DOS VOTOS DA ELEIÇÃO 2007 D...

Depredação de mata no Engenho Barra do Dia no Município dos Palmares PE

Luiz Balbino

Luiz Balbino de Lima, o primeiro da direita para a esquerda.  Meu avô. 

Em tempos de democracia

Em tempos de democracia             A democracia, como realidade histórica, teve seu início da Grécia Antiga, mas ao longo do tempo foi sendo expandida para vários países, constituindo-se em um dos elementos essenciais do mundo ocidental. Como sistema histórico social, a democracia nunca conseguiu ser plena, o que de maneira nenhuma esvazia seu conteúdo e apelo.             Porém, esta ausência de democracia plena, em sentido literal levou a algumas pessoas a um erro comum, para não dizer brutal de que a democracia é uma ditadura disfarçada ou coisa do tipo. A democracia não é o céu, o paraíso suprassumo, ou coisa do tipo.   Existem algumas pessoas que pensam que a democracia é uma forma de harmonia total entre as pessoas, de maneira tal, que não existam conflitos. A democracia é justamente o oposto desta situação de letargia. Este modo de organização social é o pa...

Dois projetos? Sim! 13 ou 45?

  Vale a pena ver de novo? Acredito que a volta do PSDB à presidência da república e o FMI como representante oficial do mercado internacional não é bom para o Brasil ou para a América Latina. O que eu escuto nas televisões da Argentina é que o projeto do PSDB é um retrocesso para o Brasil. O PSDB representa um grupo político internacional que por séculos lucrou com os pobres. E, sobre estes manteve um nível de vida muito agradável, uma cultura erudita e uma autoimagem próxima da perfeição. Só sendo maculada pela presença de subalternos, um mal necessário, em suas vidas. Aqueles pobres a quem deveriam cuidar, orar e lhes manter sob o ferrão da opressão, uma vez que lhes faltavam o elemento genético, espiritual das classes mais abastadas. Do outro lado, temos o PT, longe de ser um partido perfeito, homogêneo e sem manchas, representa um projeto totalmente novo, na história do Brasil. O que são doze anos frente a séculos de exploração? O que significa doze anos diant...

Memória e lugar: a construção da polític

Os jovens lembram? Do quê? Já faz muito tempo? Então, esqueceu! Estudar a memória, como participação efetiva no mundo da política é condição fundamental para qualquer abordagem sobre a que se convenciona chamar de sociedade. Sem memória, ou melhor sem uma memória em disputa, a manipulação do povo é quase certa. Há uma clara relação entre os instrumentos de construção de memória coletiva e democracia, como participação cidadã. E, neste hiato, entre memória e práxis, o discurso escrito e exposto oralmente se transforma do veículo hegemônico-material deste processo. Ao lado de outras manifestações, tais como, as artes visuais, mais passíveis de interpretações, mas que podem reforçar este edifício conceitual. Porém, gostaria de insistir no discurso, como tática de memória e desmemoria que possibilitaram um “ethos”, no qual, os grupos supostamente detentores do poder podem justificar, contestar ou simplesmente se posicionar no mundo. Sem memória não pode haver continuidade ...

Política, um jogo de poder. Quem perde?

Já faz um tempo, muito distante, longe, muito longe de nós em que a política era descrita como a ciência do bem comum. Para os desavisados, os desatentos vai um recado, há séculos que não é mais assim. Mas, porque as escolas insistem em repetir este retrato do passado? Não sei! Talvez, no processo de construção dos conteúdos a serem trabalhados na escola, ainda exista o sentimento romântico ou mal intencionado de manter o povo no limbo, entre a liberdade e a servidão, de maneira tal, que ele não se sinta mais escravo e, ao mesmo tempo, não queira se emancipar definitivamente para manter ao menos a condição adquirida.  Então, o que será a política? Maquiavel em "O Príncipe" aponta para dois objetivos. O primeiro é chegar ao poder e, o segundo é se manter nele. Portanto, a política tem como objetivo principal se voltar para o poder em suas diversas formas, mas de modo especial àquela que se refere ao poder coletivo e, a partir deste, se estender para todas as esferas d...

Comoção: tênue barreira entre o público e o privado

No dia 13 de agosto, Pernambuco ficou perplexo e o Brasil mudo com a tragédia de um jovem político com possibilidade de ascensão no senário político nacional e possivelmente latino-americano. A morte apresentou-se como caso limite, o fim de uma trajetória brilhante.  Entretanto, a própria mídia que o combatia ferozmente, tratando-o como uma força marginal, vindo de Pernambuco, um estado pobre do Brasil, humilhado publicamente em um dos maiores jornais televisivos do Brasil, saiu da vida para entrar na história, parafraseando Vargas. Este homem público, um dos maiores governadores da história de Pernambuco deixou cinco filhos e uma viúva, lamentável! No entanto, concomitantemente, alhures estava sendo montado um velho esquema nacional, a útil confusão entre o público e o privado, de modo particular no campo das emoções. Nesta esteira de acontecimentos, a campanha de Marina vem sendo alavancada pela mesma mídia que afundou o melhor governador do estado de Pernambuco.  ...

Departamento de História da Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul/FAMASUL: Comunicado Importante da Direção Geral da Famasul ...

Departamento de História da Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul/FAMASUL: Comunicado Importante da Direção Geral da Famasul ... : Atenção: Senhores professores e Alunos: O (a) aluno (a) só poderá participar e frequentar uma disciplina, bem como, realizar as ativida...

Departamento de História da Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul/FAMASUL: Projeto de Monitoria 2014.1 - Alunos Monitores do ...

Departamento de História da Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul/FAMASUL: Projeto de Monitoria 2014.1 - Alunos Monitores do ... : Entre os dias 11 e 17 de março do corrente ano, realizamos a seleção simplificada do Projeto de Monitoria 2014.1. Se inscreveram para est...

Cinquenta anos

Cinquenta anos, o golpe militar civil entrava na cena política da História brasileira. Graças ao apoio do capital internacional e associado. Naquele período direitos foram suprimidos, mandatos cassados e a Ordem e o Progresso se fizeram valer na lei do fuzil.   Acredito que estamos vivendo um período de reflexão sobre os acontecimentos que tiraram o Brasil do eixo de reformas de base e de diminuição do abismo entre uma classe abastada e outra que nada possuem além de sua força de trabalho.  Espero que a democracia triunfe e o grande vencedor seja o povo brasileiro. Ditadura nunca mais. Tortura nunca mais.  A todos os que viveram naqueles dias, a memória. Aos vencidos, a esperança do reconhecimento de novos tempos.  A luta continua, por um mundo mais justo e inclusivo.  Lembrar que a memória é uma questão de democracia e cidadania.  Alexandre Junior