Reconstruir a Igreja Católica, eis a missão do papa Francisco I. Não podendo esquecer o diálogo com a sociedade organizada e esclarecer a mancha da pedofilia e dos escândalos financeiros. É hora de recomeçar, de voltar as fontes, olhar para Jesus de Nazaré e lembrar que ele é mais importante que foi construído sob bases que o fundador daria de ombros ou relutaria em colocar seu santo nome em tamanho desvio.
Perdão se não faço uma introdução sobre os caminhos que vem sendo tomado contra o Concílio Vaticano II, as ações de Dom Helder Câmara (in memoriam), Dom Pedro Casaldáliga e Leonardo Boff até chegar ao resgate de valores que vão contra o diálogo com a sociedade e de modo especial aos esforços que os pobres e perseguidos se libertem dos seus jugos.
Espero que as tentativas de construção de teologia da libertação não sejam mais perseguidos e que o Neo conservadorismo passe bem longe da Igreja do papa Francisco e a que a jornada mundial da juventude não seja mais um canal contra a libertação da nossa gente.
Não acredito em revoluções sangrenta, acredito na educação, no ensino de qualidade e no acesso à nossa gente aos bens e serviços para todos. Tudo com muita tranquilidade e trabalho. Mas, sem esquecer da espiritualidade, da alegria e do compromisso com os excluídos do nosso povo.
Todos pelo bem do mundo.
Todos por todos, sem excluir ninguém.
Com amor e trabalho.
Abraços a todos.

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